Segundo estudo efectuados em ratos por investigadores da Escola de Medicina da Universidade de Yale em New Haven, o exercício físico parece aumentar a produção de um químico que ocorre naturalmente no cérebro com efeitos antidepressivos. As conclusões da investigação foram publicadas na edição digital da revista “Nature Medicine”, apontando novas formas para tratar a depressão.
Através deste estudo, a equipa dirigida pelo Dr. Ronald Duman, utilizou uma ferramenta chamada “microarray”, microchips de ADN, para examinar a forma como o exercício alterou a actividade dos genes nos cérebros dos ratos, e para identificar os genes cuja expressão muda. As investigações focaram-se essencialmente no hipótalamo.
As descobertas apontam o VGF como alvo para novos fármacos antidepressivos. Este tipo de medicamentos iriam actuar através de um mecanismo completamente diferente em relação aos antidepressivos existentes, que são efectivos para cerca de 65 por centos dos pacientes.
Segundo o principal investigador, a maior descoberta é ter sido identificado um factor chave que está por detrás dos efeitos antidepressivos do exercício, uma informação que pode ser utilizada para o desenvolvimento de novos agentes terapêuticos.


